
Neste quadro gosto particularmente da colagem irrealista entre o mar e o imponderável corpo de Vénus. A simplicidade de toda a pintura é desarmante. Lembro-me de o ter visto em Orsay; na altura impressionou-me o contraste entre os azuis profundos e os rosáceos esbranquiçados no corpo da deusa. Notem-se também os reflexos na pele e o modo como se espalham os cabelos na água. É a miss Junho deste blog!

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